Publicidade
Publicidade
GDF

TSE: Nunes Marques Determina Guarda de Dados de Perfis que Atacaram Flávio Bolsonaro

Decisão do ministro atende pedido do PL em campanha eleitoral de 2022 contra publicações patrocinadas. Meta tem 30 dias para cumprir.

Redação Cerrado em Foco
Compartilhar:
TSE: Nunes Marques Determina Guarda de Dados de Perfis que Atacaram Flávio Bolsonaro

O ministro Nunes Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta terça-feira (2) que a Meta, empresa responsável por plataformas como Facebook e Instagram, mantenha em seus registros as informações de perfis que disseminaram conteúdo ofensivo contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante as eleições de 2022. A decisão acolhe um pedido da campanha do Partido Liberal (PL), que argumentou a existência de uma estratégia de ataques coordenados e difamatórios.

A solicitação inicial partiu da representação legal do PL, que identificou uma série de publicações patrocinadas atacando candidatos do partido, incluindo Flávio Bolsonaro. Essas postagens teriam utilizado recursos de impulsionamento para alcançar um público mais amplo, caracterizando, segundo a defesa, uma potencial campanha de desinformação e calúnia.

Nunes Marques enfatizou a importância da preservação desses dados para futuras investigações sobre a integridade do processo eleitoral. A guarda de informações como IP, registros de acesso, histórico de postagens e outras métricas relacionadas aos perfis é crucial para identificar os responsáveis e entender a extensão da campanha difamatória.

A Meta, controladora das redes sociais envolvidas, recebeu um prazo de 30 dias para cumprir a determinação judicial. A medida visa garantir que, caso seja necessário, as autoridades eleitorais tenham acesso a evidências digitais que possam subsidiar apurações sobre eventuais crimes eleitorais ou abuso de poder econômico nas redes.

Publicidade

Essa decisão reitera a postura do TSE na fiscalização de conteúdos veiculados nas plataformas digitais, especialmente em períodos eleitorais. A corte tem atuado para coibir a propagação de fake news e ataques à honra de candidatos, buscando assegurar um ambiente mais justo e transparente para a disputa política e eleitoral no país.

O caso de Flávio Bolsonaro se insere em um contexto mais amplo de embates jurídicos envolvendo a disseminação de informações nas redes sociais. A Justiça Eleitoral tem sido demandada a mediar conflitos e a estabelecer limites para a liberdade de expressão, visando proteger a lisura do pleito e a reputação dos envolvidos na política.

Publicidade
Publicidade
Publicidade

Fonte: Poder360

Compartilhar:

Leia também

Mais lidas

  1. 1Plataforma Fatal Model busca investidores na XP Expert para expansão
  2. 2Dono de van escolar foragido por estupro de vulneráveis é preso no DF
  3. 3SUS Expande Cuidados Paliativos com Apoio ao Luto para Famílias
  4. 4Festival de Cultura Popular anima o Plano Piloto durante três dias
  5. 5TCU Aponta Falhas da Funai na Proteção de Terras Indígenas
Publicidade