Lei reforça protocolos para atendimento de infarto no SUS


A Presidência da República sancionou, em 2 de setembro, lei que reforça a necessidade de protocolos no SUS (Sistema Único de Saúde) para atendimento de urgências cardiovasculares, como o infarto.
A nova lei estabelece o uso de medidas trombolíticas (medicamentos que dissolvem coágulos no sangue) em UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), medida que poderá salvar vidas e reduzir sequelas.
Relatora na CAS (Comissão de Assuntos Sociais), a senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) ressaltou que, embora o Ministério da Saúde já possua regras para esses casos, instituir tal obrigação em lei confere mais força e estabilidade ao tema, pois reforça seu caráter prioritário.
Para Mara, a exigência ajuda a melhorar a qualidade do atendimento e a diminuir as diferenças regionais no acesso a tratamentos de urgência.
A lei 15.494 se originou do PL 5.972 de 2023, de autoria do deputado federal Rafael Simões (União-MG). O texto também altera a Lei 14.747, de 2023, que criou o Mês de Conscientização sobre as Doenças Cardiovasculares.
A nova norma foi publicada sem vetos no Diário Oficial da União de 3 de setembro e começará a valer em 180 dias.
Este texto foi publicado originalmente pela Agência Senado em 3 de setembro de 2026. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.
Fonte: Poder360
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