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PMs de MG e DF se tornam réus por tiroteio em bar de Brazlândia

Quatro pessoas ficaram feridas durante confusão envolvendo os agentes, que teriam agido sob efeito de álcool e exibindo armas.

Redação Cerrado em FocoBrazlândia1 visualizações
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PMs de MG e DF se tornam réus por tiroteio em bar de Brazlândia
PMs de MG e DF se tornam réus por tiroteio em bar de Brazlândia - imagem 2

A Justiça acolheu a denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e transformou em réus dois policiais militares por envolvimento em um tiroteio em Brazlândia. O episódio, que ocorreu em um bar da cidade, resultou em quatro pessoas feridas e levantou sérias questões sobre a conduta dos agentes.

Os réus são um policial militar de Minas Gerais, identificado como Ricardo de Azevedo Faria, e um policial militar da corporação local, Diego Henrique Pereira. Ambos foram denunciados por tentativa de homicídio qualificado e disparo de arma de fogo em via pública, evidenciando a gravidade das acusações que agora enfrentam.

De acordo com a investigação e a denúncia do MPDFT, o incidente teve início quando os dois policiais, que estariam embriagados, teriam começado a exibir suas armas de fogo dentro do estabelecimento. Essa conduta imprópria teria escalado rapidamente para uma confusão generalizada, culminando no confronto armado que deixou vítimas.

A confusão ocorreu em 29 de julho de 2023, por volta das 2h30, em um bar na Quadra 36, Conjunto I, em Brazlândia. O relatório aponta que a conduta dos agentes foi determinante para o desfecho trágico, configurando o que o Ministério Público descreve como uma ação irresponsável e perigosa em ambiente público.

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Além das acusações de tentativa de homicídio e disparo de arma de fogo, o MPDFT ressalta o agravante de que os policiais, ao exibirem e posteriormente utilizarem suas armas sob efeito de álcool, agiram em total desrespeito aos protocolos de segurança e conduta militar. A decisão de torná-los réus sublinha a seriedade com que o Judiciário e o Ministério Público encaram a conduta de agentes de segurança fora do expediente.

As vítimas do tiroteio sofreram ferimentos de diversas naturezas, mas sobreviveram. O processo agora seguirá com a fase de instrução, onde serão colhidas provas e depoimentos, para que a Justiça possa determinar as responsabilidades e aplicar as devidas sanções aos envolvidos, caso sejam condenados pelos crimes imputados.

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Fonte: Metrópoles - DF

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