Segurança

Metrô-DF: Sindicato Alerta para Queda na Segurança com Novo Contrato

Redução drástica no número de vigilantes diurnos preocupa trabalhadores e usuários do transporte público.

Redação Cerrado em Foco
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Metrô-DF: Sindicato Alerta para Queda na Segurança com Novo Contrato

A segurança no Metrô-DF está sob alerta. O Sindicato dos Vigilantes do Distrito Federal (Sindesv-DF) emitiu um comunicado veemente, nesta quarta-feira (15), criticando a nova proposta de contrato emergencial para a vigilância do sistema metroviário. Segundo a entidade, a mudança resultará em uma queda alarmante no número de vigilantes operando durante o período diurno.

Atualmente, 60 profissionais atuam nas estações e vagões do Metrô-DF, assegurando a ordem e a segurança dos usuários e do patrimônio. Com a implementação do novo contrato, previsto para reduzir o custo em R$ 1,8 milhão, o número de vigilantes cairá para apenas 32 pessoas por dia. Essa diminuição representa quase metade do efetivo atual, gerando grande apreensão entre os trabalhadores e a população que utiliza o transporte.

Paulo Humberto da Silva, presidente do Sindesv-DF, não poupou críticas à gestão do Metrô-DF. Ele afirmou que a decisão de cortar o efetivo de segurança “não condiz com a realidade do transporte público” e que “o presidente da Companhia do Metropolitano do DF está precarizando as condições de trabalho e, consequentemente, colocando em risco a vida dos empregados e usuários”. A preocupação central é que a redução contribua para o aumento da criminalidade dentro do sistema.

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O sindicato também ressalta que a diminuição de efetivo ocorrerá em um momento de expansão da malha metroviária, com a inauguração de novas estações em Samambaia e Taguatinga. A gestão do Metrô-DF, por sua vez, defende que a mudança, embora emergencial, visa adequar o serviço à realidade orçamentária e operacional, buscando um equilíbrio com a segurança noturna. No entanto, o Sindesv-DF argumenta que a segurança diurna, com o maior fluxo de passageiros, exige um número robusto de profissionais.

Diante do cenário, o Sindesv-DF promete intensificar sua atuação para reverter essa decisão. A entidade planeja buscar diálogo com a Companhia do Metropolitano do DF e com as autoridades competentes, além de mobilizar a categoria e a sociedade civil para pressionar por uma revisão do contrato. A prioridade é garantir que a segurança dos passageiros e trabalhadores não seja comprometida em nome da economia de recursos.

Fonte: Metrópoles - DF

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