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Segurança

Feminicídio no Riacho Fundo I: Vítima Chamava Agressor de 'Mãezinha'

Leonardo Ferreira, principal suspeito de matar Maria da Conceição e foragido, tinha relação próxima e afetuosa com a mulher, segundo filhas.

Redação Cerrado em FocoRiacho Fundo6 visualizações
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Feminicídio no Riacho Fundo I: Vítima Chamava Agressor de 'Mãezinha'

Uma mulher de 62 anos foi brutalmente assassinada em sua residência no Riacho Fundo I. Maria da Conceição do Nascimento foi encontrada morta, e a polícia identificou Leonardo Ferreira, de 33 anos, como o principal suspeito do crime. Ferreira, que tinha uma relação de grande proximidade com a vítima, está atualmente foragido.

Segundo relatos das filhas de Maria da Conceição ao portal de notícias, Leonardo morava com a família há cerca de dois meses e era tratado como um filho. A intimidade da relação era tanta que ele se referia a Maria da Conceição carinhosamente como 'mãezinha', um detalhe que chocou e entristeceu ainda mais os familiares após o trágico evento.

A família da vítima expressou surpresa e descrença em relação à acusação contra Leonardo. Eles afirmam que o suspeito nunca havia demonstrado qualquer sinal de agressividade ou comportamento violento. A mudança repentina de atitude e a violência do crime deixaram os parentes perplexos e em busca de respostas.

Maria da Conceição havia sido vítima de outro ataque há poucos meses, quando teve seu celular furtado. Na ocasião, Leonardo a ajudou a recuperar o aparelho, o que reforçou a confiança e o laço afetivo entre eles. Esse histórico torna o atual cenário ainda mais difícil de compreender para a família.

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O corpo de Maria da Conceição foi encontrado com marcas de esganadura, indicando a crueldade do assassinato. A Polícia Civil do Estado intensificou as buscas por Leonardo Ferreira, que fugiu logo após o crime, e investiga as motivações que levaram a tal brutalidade. A comunidade do Riacho Fundo I está abalada com a notícia.

Autoridades pedem a colaboração da população com informações que possam levar à captura do suspeito, garantindo anonimato aos denunciantes. O caso reacende discussões sobre a violência doméstica e a complexidade das relações interpessoais que podem resultar em tragédias.

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Fonte: Metrópoles - DF

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