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Europa em Chamas: Incêndios Devastam Mais de 254 Mil Hectares

França e Espanha lideram esforços contra a propagação das chamas, que já superam a média histórica de destruição florestal.

Redação Cerrado em Foco
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Europa em Chamas: Incêndios Devastam Mais de 254 Mil Hectares

A Europa registra um cenário preocupante de incêndios florestais em 2026. Dados do Sistema Europeu de Informações sobre Incêndios Florestais (Effis) revelam que, até o momento, 254,4 mil hectares, o equivalente a duas vezes a área da cidade do Rio de Janeiro, foram consumidos pelo fogo no continente. Essa extensão ultrapassa significativamente a média anual dos últimos 10 anos, que é de aproximadamente 180 mil hectares.

Os países do sul da Europa são os mais afetados pela onda de calor e seca prolongada. França e Espanha, em particular, têm mobilizado amplos recursos para combater os focos de incêndio. Na França, as chamas já devastaram 58,1 mil hectares, enquanto na Espanha, a área queimada atinge 54,6 mil hectares. Portugal e Romênia também enfrentam episódios severos, com 47,8 mil e 46,2 mil hectares destruídos, respectivamente.

A intensidade e a frequência dos incêndios foram exacerbadas pelas condições climáticas extremas. Ondas de calor persistentes e a escassez de chuvas criam um ambiente propício para a ignição e rápida propagação do fogo, dificultando o trabalho das equipes de combate e exigindo a implementação de medidas preventivas cada vez mais robustas.

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O Effis aponta que o número de ocorrências de incêndios é igualmente elevado, superando a média histórica. Especialistas alertam que o aquecimento global tem um papel fundamental neste cenário, intensificando os eventos extremos e tornando as temporadas de incêndio mais longas e destrutivas em diversas regiões do mundo.

As autoridades europeias estão em alerta máximo, buscando estratégias conjuntas para mitigar os impactos da crise. A cooperação internacional e o investimento em tecnologias de prevenção e monitoramento se tornam cruciais para proteger as florestas, a biodiversidade e as comunidades que vivem em áreas de risco.

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Fonte: Poder360

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