Durigan Responde a Milei: Economia Brasileira Sólida Perto da Argentina
Secretário do Ministério da Fazenda rebate duramente críticas de presidente argentino à gestão econômica do Brasil.

Em uma forte resposta às declarações do presidente argentino Javier Milei, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, utilizou o termo 'palhaço' para descrever o líder vizinho. A declaração de Durigan surge após Milei tecer críticas à condução da economia brasileira, gerando desconforto entre as autoridades nacionais.
Durante entrevista à Rádio Jornal, de Pernambuco, o secretário enfatizou as diferenças entre as situações econômicas dos dois países. Segundo Durigan, o risco-país da Argentina é significativamente maior que o do Brasil, sinalizando uma percepção do mercado financeiro mais favorável à estabilidade brasileira.
Durigan apontou para a ausência de reservas cambiais e a desvalorização cambial acentuada como problemas crônicos da economia argentina. Ele contrastou esse cenário com a situação brasileira, que, apesar dos desafios, mantém uma estrutura fiscal mais robusta e capacidade de gestão de crises.
As críticas de Milei foram percebidas como um ataque direto à política econômica do governo brasileiro, reacendendo tensões diplomáticas já existentes. A contundência da resposta de Durigan reflete a irritação do governo frente a comentários que minam a credibilidade econômica do país.
Para o secretário, a gestão fiscal brasileira demonstrou resiliência, inclusive durante períodos de crise global. A comparação com a Argentina, que enfrenta sérios desafios macroeconômicos, serve para sublinhar a perceived estabilidade e a menor vulnerabilidade do Brasil no cenário internacional.
O episódio ressalta a complexidade das relações econômicas e políticas na América do Sul, onde declarações de líderes podem ter repercussões significativas. A defesa da economia nacional por Durigan reforça a posição do Brasil diante de críticas externas.
Fonte: Poder360
Leia também
EconomiaComércio formal do DF emprega 10,6 milhões e movimenta R$ 369 bi, diz IBGE
O comércio formal brasileiro empregou 10,6 milhões de pessoas em 2022, pagando R$ 369,2 bilhões em remunerações. Houve um crescimento de 20,4% no número de empresas ativas e de 3,6% no pessoal ocupado em comparação com o ano anterior.
EconomiaComércio injeta R$ 369 bi em salários e emprega milhões de pessoas
O comércio brasileiro pagou R$ 369,2 bilhões em salários no ano de 2024, evidenciando o significativo impacto econômico do setor. Dados do IBGE revelam que mais de 10 milhões de pessoas estão empregadas em 1,6 milhão de empresas comerciais.
EconomiaArmínio Fraga: Análise econômica e voto em Lula em 2022
O economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, afirmou não se arrepender de seu voto em Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. Apesar de identificar desequilíbrios na economia, Fraga reiterou que sua decisão foi baseada em um contexto mais amplo, sem sinalizações claras para 2026.
Mais lidas
- 1Plataforma Fatal Model busca investidores na XP Expert para expansão
- 2Dono de van escolar foragido por estupro de vulneráveis é preso no DF
- 3SUS Expande Cuidados Paliativos com Apoio ao Luto para Famílias
- 4Riacho Fundo II Recebe Terrenos para 90 Moradias Populares
- 5Câmara aprova novas regras para cálculo de pensão alimentícia no 1º semestre