Caso Isabelle Caracristi: Estudante enviou mensagem ao primo antes de morrer


A defesa da família da estudante de Direito Isabelle Caracristi, de 22 anos, encontrada morta em uma área comum de um condomínio de luxo no bairro Aldeota, em Fortaleza (CE), informou que o celular da jovem estava junto ao corpo no momento em que ela foi localizada. Segundo a advogada Patrícia Viana, foi possível observar que, antes de morrer, Isabelle enviou áudios ao primo nos quais fazia referências ao namorado, João Munhoz Neto, de 34 anos.
Ainda de acordo com a defesa, em uma das mensagens, Isabelle afirmou ao primo: “Ele tem duas histórias. Acredita em mim”. A defesa também relatou que Isabelle teria dito nos áudios: “Ela sempre pede que a justiça seja feita”.
Segundo informações do Diário do Nordeste, cerca de uma hora antes de ser encontrada morta, Isabelle teria feito novas revelações ao primo. Em uma mensagem enviada por volta das 19h40 de 13 de setembro, ela pediu: “Não apague este áudio, me responde”.
O caso veio a público em 19 de setembro, quando Isorlanda Caracristi, mãe de Isabelle, publicou um vídeo nas redes sociais pedindo justiça pela morte da filha e explicações sobre o que havia acontecido.
O Metrópoles apurou que João Munhoz estava em um prédio na Avenida Santos Dumont, em Fortaleza, quando foi preso. Ele foi levado para a 2ª Delegacia de Defesa da Mulher, no bairro Papicu.
Durante entrevista a jornalistas, a defesa de Isabelle afirmou que João Munhoz Neto é casado e está em processo de divórcio amigável.
“Ele é casado. Ele, em nenhum momento, negou para ela. Talvez por isso, a mãe [da Isabelle] não goste dele”, disse a advogada Lígia Peixe.
A coluna Na Mira entrou em contato com as defesas dos envolvidos. Até o momento, não houve manifestações. O espaço segue aberto para posicionamentos.
João Munhoz Neto com a esposa à esquerda e Isabelle Caracristi à direita
Fonte: Metrópoles - DF
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