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GDF

Casal de Águas Claras detido por comércio ilegal de anabolizantes milionário

Influenciadora fitness e ex-marido faturavam alto com venda de substâncias ilegais, incluindo sibutramina.

Redação Cerrado em FocoÁguas Claras4 visualizações
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Casal de Águas Claras detido por comércio ilegal de anabolizantes milionário

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), desarticulou um esquema milionário de comércio ilegal de anabolizantes e substâncias para emagrecimento, resultando na prisão de uma influenciadora digital e seu ex-marido em Águas Claras. O casal, que ostentava uma vida de luxo, é apontado como responsável pela distribuição clandestina de produtos sem procedência e sem registro na Anvisa, incluindo hormônios e sibutramina.

As investigações revelaram que o faturamento da dupla com a venda irregular desses produtos era expressivo, atingindo a marca de milhões de reais. A estratégia de vendas era impulsionada pela imagem da influenciadora nas redes sociais, que promovia um estilo de vida fitness enquanto, supostamente, comercializava as substâncias proibidas. O público-alvo incluía desde atletas amadores a pessoas em busca de resultados rápidos para perda de peso e ganho de massa muscular.

De acordo com a PCDF, a operação, denominada 'Goldem Era', identificou que as substâncias eram manipuladas e vendidas de forma indiscriminada, sem acompanhamento médico ou farmacêutico. A presença de sibutramina, um medicamento de controle especial, em algumas das fórmulas acentua a gravidade do esquema, dadas as contraindicações e riscos à saúde associados ao seu uso inadequado.

O casal havia se separado recentemente, mas, segundo a polícia, continuava operando em conjunto no esquema criminoso. A prisão ocorreu em suas residências, onde foram encontrados indícios do comércio ilegal, como estoques dos produtos e materiais relacionados à manipulação. A ação da polícia visa coibir não apenas a venda ilegal, mas também alertar para os perigos do consumo de produtos sem fiscalização.

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Os suspeitos podem responder por crimes como tráfico de drogas, em virtude da manipulação e venda de substâncias controladas como a sibutramina, além de associação criminosa e falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. As penas para esses delitos podem ser severas, refletindo a gravidade das condutas que colocam em risco a saúde pública.

A PCDF reitera a importância de adquirir medicamentos e suplementos apenas de fontes seguras e com a devida prescrição e acompanhamento profissional. O caso serve de alerta para os riscos de seguir recomendações de saúde ou consumo de produtos divulgados em redes sociais sem a devida verificação de credibilidade e legalidade. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e a extensão total da rede de distribuição.

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Fonte: Metrópoles - DF

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