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Abimaq Pede Fortalecimento de Vínculos com EUA Frente a Taxa Adicional

Setor de máquinas e equipamentos alerta para impacto de tarifa de 12,5% e defende diplomacia com Washington.

Redação Cerrado em Foco
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Abimaq Pede Fortalecimento de Vínculos com EUA Frente a Taxa Adicional

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) fez um apelo ao governo para que sejam fortalecidos os canais diplomáticos com os Estados Unidos. A entidade expressa grande preocupação com a recente imposição de uma tarifa adicional de 12,5% por parte da administração norte-americana, que impacta diretamente o setor industrial brasileiro.

José Velloso, presidente-executivo da Abimaq, enfatizou a importância estratégica da relação comercial entre os dois países. Segundo ele, o Brasil se destaca como um dos principais mercados para o maquinário dos EUA, enquanto também é um relevante fornecedor externo de equipamentos para a indústria norte-americana. Essa interdependência destaca a necessidade de um relacionamento equilibrado e sem barreiras tarifárias adicionais.

Durante a abertura de um evento do setor em São Paulo, o tema da tarifa foi amplamente discutido. Lelio Souza Ramos, vice-presidente da Abimaq, alertou que a sobretaxa pode não apenas dificultar as exportações brasileiras, mas também impactar a competitividade de produtos originários dos Estados Unidos no mercado nacional. A medida, portanto, teria um efeito cascata em ambas as direções da balança comercial.

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A Abimaq argumenta que o fortalecimento da diplomacia é o caminho mais eficaz para reverter ou mitigar os efeitos negativos dessa nova barreira comercial. A associação sugere que o governo brasileiro utilize todos os mecanismos possíveis de negociação para buscar uma solução que beneficie os dois lados e preserve a parceria econômica.

O presidente da entidade ressaltou que decisões tarifárias unilaterais, como a imposta pelos EUA, podem gerar instabilidade e incerteza para investidores e empresas que dependem da previsibilidade nas relações comerciais internacionais. A expectativa é que o governo brasileiro adote uma postura proativa, defendendo os interesses da indústria nacional e buscando um consenso com Washington para evitar maiores prejuízos ao setor de máquinas e equipamentos.

Fonte: Poder360

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